era fim de tarde (ou começo de noite?) de um maio aguado; era frio. e - era o sorriso sincero estampado em sua cara se evanescendo lentamente, ao me ouvir dizer: "é que as vezes, eu não sei".
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)

2 comentários:
mas, na verdade, qual a nescessidade de se saber sempre?
há em mim uma escancarada pressa em ser - que por isso me impede.
é incrível perceber que, hoje, sou eu que lho preciso.
e não é isso justo?
claro que é.
pois é, e acabou que ainda não era maio (apesar de parecer)
Postar um comentário