ouço baixinho uma voz de timbre surdo que ressoa impunemente por-entre todos os musculos e fibras do meu corpo, como se este fosse feito de isopor.
(é de um vibrar numa sintonia tão diferente que sinto-me quase como em um filme de van sant)
tento manter-me alheia, mas... é foda.
mergulho sem nem inspirar.
sexta-feira, 20 de março de 2009
transmission
Postado por litchi às 17:15
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1 comentários:
inspirar pode ser dolorido. pode machucar cada célula presente no seu corpo, acho que por ser algo tão... real.
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